02/04/09 - 16h27 - Atualizado em 02/04/09 - 16h51

Justiça condena policial federal por suposto contrabando de diamantes de RO

Segundo o MPF, ele chefiava quadrilha que mandava pedras para o exterior.
Réu poderá recorrer da pena de 13 anos de anos de prisão.

Do Globo Amazônia, em São Paulo

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A Justiça Federal condenou um dos líderes de um grupo que, segundo denúncia oferefica pelo Ministério Público contrabandeava diamantes da Reserva Indígena Roosevelt, em Rondônia.

 

Marcos Aurélio Soares Bonfim foi condenado a 13 anos e seis meses de prisão em regime fechado pelos crimes de corrupção ativa, contrabando, formação de quadrilha e crime contra a ordem econômica, informa o Ministério Público federal. A condenação, proferida no dia 27 de fevereiro, é de primeira instância, portanto o réu ainda pode recorrer.

 

Bonfim era agente da Polícia Federal em São Paulo e investigações feitas em 2003 indicaram que ele chefiava uma organização com ligações na cidade de São Paulo e também em Rondônia.

 

Segundo o Ministério Públicio Federal, o grupo composto por 20 pessoas, entre eles servidores públicos federais da Fundação Nacional do Índio (Funai), policiais civis, empresários, advogados e índios, fazia contrabando de diamantes da terra indígena para o exterior.

 

A Operação Kimberly foi deflagrada em oito de março de 2004 e cumpriu, na época, mandados de prisão temporária, busca e apreensão. Durante a operação, foram apreendidas mais de cem diamantes extraídos ilegalmente e que seriam contrabandeados para Israel, informa o MPF.

 

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