O ministro da Justiça, Tarso Genro, o senador Tião Viana (PT-AC), o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, a viúva de Chico Mendes, Ilzamar, e um primo dele, e o secretário nacional dos Direitos Humanos, Paulo Vannuchi (da esquerda para a direita). (Foto: Agência Brasil)
O Congresso Nacional realizou nesta quarta-feira (3) sessão solene para recordar os 20 anos do assassinato do seringueiro, líder sindical e ambientalista Chico Mendes, ocorrido em 22 de dezembro de 1988. Compareceram os ministros da Justiça, Tarso Genro, e do Meio Ambiente, Carlos Minc, e do secretário especial dos Direitos Humanos, ministro Paulo Vannuchi.
A viúva de Chico Mendes, Ilzamar Mendes, e seus filhos, também
participaram. Na tribuna, os ministros chamaram a atenção para o
fato de que a violência continua a ser usada ainda hoje contra
os defensores da floresta amazônica, como informa a Agência
Senado
Amiga e parceira do sindicalista na luta pela
preservação da floresta, a senadora Marina Silva (PT-AC), uma
das autoras do requerimento de homenagem, lembrou que há 20 anos
poucas pessoas apoiavam a luta ambientalista. "Hoje, temos
as duas casas do Congresso reunidas, três ministros de estado,
todos reconhecendo nesta homenagem a grandeza e a firmeza dos
propósitos de Chico Mendes", disse, segundo informações da
Agência Câmara.
Tarso Genro disse que no próximo dia 10, no Acre, a Comissão de Anistia fará o julgamento do pedido da família de Chico Mendes para considerá-lo como anistiado político. A Lei de Anistia envolve as perseguições políticas de 1946 a 1988.
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