Dez cobras e um tamanduá-mirim que estavam sob custódia do Museu Paraense Emílio Goeldi, em Belém, foram devolvidos à natureza por fiscais do Ibama numa área de floresta do interior paraense. O museu recebe animais com frequencia e, quando falta espaço, pede ao órgão ambiental federal que devolva alguns deles ao meio natural.
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Uma das cinco sucuris devolvidas à mata pelos funcionários do Ibama. (Foto: Ibama/Divulgação)
No lote libertado na última sexta-feira (8), além do tamanduá-mirim, havia cinco jiboias e cinco sucuris adultas.
A Superintendência do Ibama no Pará recebeu este ano mais de 300 animais silvestres por meio de doações ou apreensões. Destes, 63 (26 aves, 11 mamíferos e 26 répteis) foram soltos. Os demais foram encaminhados para zoológicos ou criadouros autorizados.
De hábitos moturnos, o tamanduá-mirim alimenta-se preferencialmente de insetos. (Foto: Ibama/divulgação)
Esta jiboia voltou à selva junto com outras nove cobras.(Foto: Divulgação/Ibama)
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