Formul�rio de Busca

29/03/10 - 17h36 - Atualizado em 29/03/10 - 17h36

Ibama destrói 250 fornos de carvão ilegal e apreende 27,7 ton de ferro-gusa no Pará

Instituto realiza maior ação contra a produção de carvão clandestino.
Empresa que falsificou informação não foi localizada pela reportagem.

Do Globo Amazônia, em São Paulo

Tamanho da letra

 

Segundo Ibama, empresa Sidepar terá de pagar multa de R$ 38 mil. (Foto: Ibama / Divulgação)

Na maior operação já realizada pelo Ibama contra a produção, o transporte e o consumo ilegal de carvão, fiscais destruíram cerca de 250 fornos clandestinos em cidades do sudeste do Pará e apreenderam 27,7 toneladas de ferro gusa, fabricado com carvão irregular pela empresa Sidepar, em Marabá.

 

A chamada operação Corcel Negro começou no dia 22 de março, com ações que se espalham por todo o país.

 

 

Siga o Globo Amazônia no Twitter

 

De acordo com informações do Ibama no Pará, a destruição de 250 fornos de carvão ilegal ocorreu no dia 26, nos municípios de Tailândia, Moju, Goainésia e Jacundá. As carvoarias funcionavam próximas à rodovia PA-150 e, segundo o coordenador da operação no estado, Paulo Maués, trabalhadores estavam sem registro em carteira e alojamentos e equipamentos de segurança eram precários nas dez carvoarias fiscalizadas. As empresas foram multadas em R$ 1 mil por forno funcionando ilegalmente.

 

Também no dia 26, fiscais do Ibama no estado apreenderam 27,7 toneladas de ferro gusa, liga de ferro e carbono produzida por meio da queima de carvão pela Sidepar. Para o Ibama, a matéria-prima utilizada pela empresa era irregular. Uma das maiores siderúrgicas no Pará, a Sidepar teve bloqueado seu acesso ao Sistema de Comercialização e Transporte de Produtos Florestais (Sisflora) e terá de pagar uma multa de R$ 38 mil, segundo o Ibama.

O Ibama afirma que a Sidepar foi flagrada inserindo dados falsos no Sisflora, ao confirmar a chegada na empresa de dois caminhões levando carvão, quando na verdade os veículos estavam retidos pelo instituto por não possuírem licença para transportar carga perigosa. De acordo com Maués, o carvão ilegal contribui para aumentar o desmatamento na região.

 

A reportagem do Globo Amazônia tentou conversar por telefone com os responsáveis pela Sidepar em Minas Gerais e no Pará durante a manhã e a tarde desta segunda-feira (29), mas não obteve resposta.

 

Leia mais notícias de Amazônia

Enviar para amigo

Há problemas com o preenchimento do formulário.

A lista dos campos abaixo e assinalados em amarelo contém erro.

  •  

Há problemas com o preenchimento do formulário.

Preencha novamente o campo abaixo com o texto da imagem.

Sucesso!

Sua mensagem foi enviada com sucesso! Clique aqui para enviar uma nova mensagem ao G1.

Formulário de envio para amigo
  • separar os emails por vírgulas

  • limitado em 600 caracteres


últimas notícias de amazônia

  1. SEX, 07/01/2011
  2. 13:33 | Amazonia

    Índios suruí apostam no mercado de carbono para conservar sua terra em RO

    Pela internet, é possível ver o que acontece na reserva. Indígenas usam aparelho com GPS para controlar a floresta.

  3. TER, 04/01/2011
  4. 20:08 | Amazonia

    Filhote de peixe-boi sem a mãe é resgatado no Amazonas

    Animal foi encontrado em comunidade de Iranduba (AM). Mamífero aquático é o primeiro a chegar a instituto em Manaus em 2011.

  5. 12:48 | Amazonia

    Expedição faz levantamento inédito do Parque da Serra do Pardo, no Pará

    Marcado pelo desmatamento, local concentra riqueza de plantas e animais. Reserva está na região conhecida como Terra do Meio.

  6. SEG, 03/01/2011
  7. 16:50 | Amazonia

    Peru faz proposta para receber financiamento do Fundo Amazônia

    Asfaltamento de rodovia exige maior controle de desmatamento. Projeto custaria US$ 4,4 milhões ao longo de 2 anos ao fundo brasileiro.

» todas as notícias


editorias

G1 especiais

serviços


Formulário de Busca


2000-2012 globo.com Todos os direitos reservados. Política de privacidade