Em meio à densa vegetação tropical dentro do Biodôme, o visitante ainda enxerga o teto de vidro que isola a 'floresta' do frio clima canadense. (Foto: Dennis Barbosa/Globo Amazônia)
Uma antiga arena olímpica de ciclismo em Montreal, no Canadá, abriga uma réplica de floresta tropical americana em 2.600 metros quadrados repletos com centenas de plantas e animais diferentes.
Trata-se do impressionante Biodôme, criado no antigo velódromo construído para os Jogos Olímpicos de 1976, e convertido em exposição de ecossistemas em 1992 (além da floresta tropical, que ocupa a maior parte do seu interior, há réplicas de dois ecossistemas temperados canadenses e do ambiente polar).
A floresta tropical tem um grande aquário com espécies amazônicas, como o pintado e a pirarara. Tem ainda uma praia de rio, onde os jacarés descansam. Outro réptil é a arambóia, uma cobra verde típica da Amazônia, que vive sobre as árvores.
As simpáticas capivaras estão entre os mamíferos da “coleção” e acabam de ganhar pedras aquecidas para descansar. Outro local que impressiona o visitante é uma caverna cheia de morcegos. Também há preguiças e macacos nas árvores. Estas, por sua vez, não puderam ser reproduzidas com tanta fidelidade -as maiores árvores são construções artificiais de alvenaria.
Exposição tem centenas de espécies de répteis, mamíferos, peixes e plantas. (Foto: Dennis Barbosa/Globo Amazônia)
A estrutura é vedada e climatizada, de forma a manter a temperatura da floresta tropical sempre entre 21 e 28 graus centígrados, mesmo estando localizada numa cidade que pode atingir temperaturas abaixo de 20 graus negativos. A alta umidade, característica da selva, também é perceptível.
Inicialmente desenhada usando a selva da Costa
Rica como exemplo, a floresta tropical do Biodôme agora está
sendo mantida seguindo referências da região amazônica.
Por fora o Biodôme conserva a aparência de arena desportiva. O local faz parte do complexo do Estádio Olímpico de Montreal. (Foto: Dennis barbosa/Globo Amazônia)
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O tambaqui, peixe comum e muito apreciado na mesa dos habitantes da Amazônia, também faz parte da coleção do Biodôme. (Foto: Dennis Barbosa/Globo Amazônia)

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