O país tem registrado um alto índice de queimadas em agosto, bastante superior ao do ano passado. Na Amazônia Legal, são milhares de focos que destroem mata e pastos, jogam toneladas de carbono na atmosfera, e criam uma nuvem de fumaça que já alcançou outras regiões do Brasil. A falta de chuvas contribui para a maior incidência do fogo, mas, infelizmente, a esmagadora maioria das queimadas é causada pelo homem.
Brigadas de combate aos incêndios florestais estão
mobilizadas, mas parecem insuficientes para dar conta do
problema. Somente nesta sexta-feira (27), o mapa interativo do
Globo Amazônia, alimentado com dados do
Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), registrou mais
de 4 mil focos de queimadas na Amazônia Legal.
Pastagem queima em Peixoto Azevedo, em Mato Grosso. (Foto: Luiza Miranda/ Prefeitura de Peixoto Azevedo/ Divulgação)
Em todo o país, 1.700 brigadistas do Ibama trabalham no combate a incêndios e queimadas, em parceria com mais de 600 homens do Corpo de Bombeiros e outros órgãos ambientais.
A Ilha do Bananal, no Tocantins, uma das regiões mais gravemente atingidas pelo fogo, por exemplo, tem 200 homens trabalhando para conter as chamas, que já destruíram quase metade de uma reserva de 2 milhões de hectares situada ali.
Para retratar o problema das queimadas pela região
amazônica, o Globo Amazônia convida os
internautas da Amazônia Legal a mandarem fotos e vídeos de
queimadas e de suas consequências na região, como, por exemplo,
o ar poluído, para serem publicados no portal.
Se você mora ou está de passagem pela região, mande sua foto ou vídeo para globoamazonia@globo.com, informando seu nome, um telefone de contato e o local onde as imagens foram registradas*.
* O envio de imagens subentende autorização para que o Globo Amazônia as publique.

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