O Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon), organização que faz um levantamento paralelo ao oficial da devastação na região amazônica, registrou em julho a destruição de 155 km² de floresta.
A área detectada equivale a 96 vezes a área do Parque Ibirapuera, em São Paulo, ou a pouco mais que 4 vezes o tamanho do Parque Nacional da Tijuca, no Rio. Só em junho, haviam sido 172 km² de devastação na Amazônia Legal.
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De acordo com o Imazon, o desflorestamento acumulado no período de agosto de 2009 a julho de 2010, que corresponde a 12 meses do calendário oficial de medição do desmatamento, atingiu 1.766 km², o que equivale a uma redução de 16% em relação ao mesmo período entre 2008 e 2009.
As florestas degradadas (parcialmente destruídas por atividade
madeireira ou
queimadas) somaram 159 km² em julho
deste ano, de acordo com o Imazon. Desse total, a maior parte
ocorreu no Pará (57%), Mato Grosso (32%), Rondônia (5%), Acre
(3%) e Amazonas (3%).
Devido à cobertura de nuvens no período, foi possível monitorar 79% da área com cobertura florestal na Amazônia Legal. O restante não era visível nas imagens de satélite.

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