O Globo Amazônia já tem mais de 7 milhões de protestos contra a destruição da floresta registrados.
Para mostrar alguns dos pontos que aparecem no mapa interativo do
portal, Caco Barcellos e a equipe do Profissão Repórter foram ao
sul do Pará e ao norte do Mato Grosso, no chamado Arco do
Desmatamento, para registrar de perto a destruição
(assista ao lado à reportagem exibida pelo Fantástico).
Na Floresta Nacional de Jamanxim (PA), os
repórteres flagraram a extração de madeira em área protegida. O
Instituto Chico Mendes, criado há um ano e responsável pela
fiscalização da área, informou em nota que, de fato, há muitas
unidades sem fiscal, mas que pretende reverter a situação
rapidamente.
Em Guarantã do Norte (MT) e Juína (MT), as
queimadas destróem a floresta. Juína teve mais de 5 mil
protestos de internautas. “Quando eu vi a reportagem do
Fantástico, eu vi que ali estava uma causa que eu poderia me
engajar em casa, protestando, colocando a minha voz, minha
ação”, conta o técnico em segurança do trabalho Lúcio Mário da
Silva, de 33 anos, de Caeté (MG). Ele é o líder do ranking de
protestos do mapa interativo Amazônia.vc.
Outro internauta engajado na vigilância da
Amazônia é o padre Rutemarque Crispim, acreano que mora no
interior de Rondônia. “Sempre começo do meu estado, que é o
Acre, e vou o Maranhão. Vou sempre denunciando”, conta.
Os protestos servem de base para que a equipe da
Rede Globo investigue o desmatamento. Faça como Lúcio Mário e o
padre Crispim, e proteste contra a devastação no mapa
interativo. E se você está na Amazônia, pode colaborar também
enviando fotos e vídeos de queimadas e desmatamentos (veja
como clicando aqui).

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