Durante um sobrevôo de rotina em Rondônia, uma clareira na selva
chamou a atenção dos fiscais do Ibama. Por terra, com apoio da
Polícia Ambiental, eles descobriram uma estrada clandestina e
chegaram até um acampamento, onde estava sendo montado um
garimpo ilegal de cassiterita.
Os homens que trabalhavam lá fugiram, mas deixaram
para trás objetos pessoais, comida e alguns sacos do mineral,
que é valorizado na industria.
Toda a estrutura estava sendo montada para começar
a explorar o local. Foram abandonados às pressas cinco motores,
uma bomba, geradores de energia e uma máquina que separa a
cassiterita da terra.
Segundo a Polícia Ambiental, os criminosos não
tiveram muito tempo e a atividade de garimpo ilegal nem chegou a
começar. Mais de dois hectares de floresta nativa foram
derrubados. Em um ponto que passava um rio, foi feita uma
barragem de terra para represar a água do outro lado e, assim,
poder garimpar.
Os equipamentos foram apreendidos. Toda a área é
de preservação permanente e a exploração é crime ambiental.

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